Cozinha também é lugar de brincar!

A criança decifra o mundo, lida com medos, frustrações e alegrias por meio da imaginação e das brincadeiras. O mundo inteiro é um quintal, todos os objetos são brinquedos e as outras pessoas, adultos ou crianças, se tornam companheiras nessa jornada do brincar aprendendo, desvendando, conhecendo.

Fonte da imagem: Cheguei ao Mundo
Podemos aproveitar essa característica peculiar da criança para os momentos mais difíceis de transições e saltos de crescimento. A introdução de novos alimentos no repertório de sabores de nossos bebês e crianças é uma grande oportunidade de exercitamos a nossa própria imaginação para demonstrar com calma e alegria que os momentos das refeições podem ser também muito prazerosos e divertidos, cheios de descobertas desse novo mundo de texturas, aromas, sabores e cores!

Que tal brincar de cozinhar com suas filhas(os), netas(os), sobrinhas(os), alunas(os), incentivando que a criança, sozinha, tenha contato com os alimentos, manuseando os legumes, verduras e frutas? Deixando que ela perceba por si só os diferentes formatos e suas semelhanças com objetos já conhecidos – bola, bonecas e outros brinquedos)?

Podemos encantar a criança com as infinitas possibilidades de transformações dos alimentos ao serem descascados, picados, espremidos, cozidos… tudo isso com muita descontração, sem se preocupar se aquele alimento será consumido, apreciado ou odiado, apenas que seja descoberto, desvendado, aguçando ainda a mais a curiosidade em torno da alimentação.

A hora de comer não precisa ser um martírio! Pode, sim, ser uma oportunidade de brincar de conhecer o mundo através das pontas dos dedos, do nariz, dos olhos e da boca! Leve seu mini-chef para a cozinha e permita que essa magia aconteça!
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ou o(s) seu(s) minichef(s)!


O que é melhor: administrar o tempo ou nossa energia?

Quantas vezes você ouviu ou disse as seguintes frases: “me falta tempo”, “queria fazer exercícios (ou qualquer outra atividade), mas não tenho tempo”, “o dia bem que podia ter 48 horas”? E quando conversamos com uma mãe, seja de dois, três ou mesmo de filho único, a situação tende a piorar. Falta tempo até para escovar os dentes, ir ao banheiro e um banho de 10 minutos é luxo na vida materna, não é mesmo?

Mas será que de fato o tempo é escasso? Afinal, uma hora sempre terá 60 minutos, o dia, 24 horas e o ano 365 dias. Isso não podemos mudar. O que está ao nosso alcance então? Nossa energia e o que fazemos com ela! 

Em que atividades, compromissos, pensamentos e relacionamentos você está investindo a sua energia, a sua potência? Como você recarrega essa energia? Será que os alimentos que você ingere, as conversas e relacionamentos que você mantém estão lhe proporcionando mais energia ou, ao contrário, roubando o que lhe resta?

Não adianta ter em mãos os melhores métodos de “administração do tempo” – listas, agendas, mapas mentais, aplicativos mil – se justamente a energia é negligenciada. Não há soluções milagrosas, mas uma dica pode ser muito valiosa: reserve um momento do dia para respirar fundo e não planeje a semana seguinte sem antes se perguntar: “quais pessoas/relacionamentos/pensamentos/atividades/compromissos merecem que eu invista meu tempo, minha energia, minha potência?”

Um bom recomeço para todas nós! Grande abraço da equipe do Empório Materno!

Parto domiciliar: saiba como se preparar para o nascimento de seu filho em casa!

Pode ser que ao cogitar ter o seu bebê em casa, o medo e a insegurança tomem conta de você. Não faltam histórias da época de nossas avós, casos de bebês ou de mulheres (ou ambos) que não sobreviveram ou sofrem até hoje com algum tipo de sequela. Algumas dessas fatalidades podem ter relação com o parto e o nascimento. O maior problema, porém, não é o local em si, mas sim as falhas na assistência, a pouca ou nenhuma tecnologia disponível.

Os tempos são outros, as informações e experiências se acumularam e, principalmente, a assistência à saúde da mulher durante a gestação se aperfeiçoou.

Os partos domiciliares são meticulosamente planejados e estruturados. São levadas em conta diversas singularidades: se a gestação é de risco habitual, se o local é adequado ao parto, se a residência fica próxima a um hospital e se a família possui um plano B, em caso de eventual emergência. O principal, porém, é se o pré-natal foi feito com cuidado e atenção ao caráter multifatorial e complexo da saúde, garantindo a segurança do binômio mãe-bebê, facilitando, assim, a assistência ao trabalho de parto.

As profissionais responsáveis pela assistência à saúde da mãe e do bebê são as enfermeiras obstetras e obstetrizes, também conhecidas como parteiras urbanas. Elas são profissionais preparadas e treinadas para atender o parto natural de baixo risco e possuem equipamento adequado para tanto. A família também pode optar pela presença de um médico neonatologista, para assistência ao bebê, bem como uma doula para o suporte físico e emocional da mulher.

Fonte da foto:
  http://vilamamifera.com/olharmamifero/o-sus-que-da-certo-parto-domiciliar-do-sofia-feldman/
Assim como em uma Casa de Parto, no parto domiciliar a assistência acontece de forma contínua, no modelo “1 para 1”, ou seja, um profissional para cada paciente. Como, geralmente, elas trabalham em dupla, ao menos duas profissionais estarão a todo tempo, sempre que necessário, conferindo sinais vitais do bebê e da mãe, garantido que qualquer problema seja sanado imediatamente.

Muito diferente do que ocorre em hospitais, onde a assistência geralmente é intermitente e cujos profissionais se revezam a todo instante, sem criar vínculo com a mulher e o bebê e, pior ainda, sem se atentar para mudanças sutis no decorrer do trabalho de parto que podem fazer a diferença em um desfecho favorável no nascimento.

Antes de optar por hospital, casa de parto ou domicílio para dar à luz seu bebê, informe-se, converse com profissionais diversos e conheça a história de famílias que já vivenciaram essas experiências. Mantenha a mente e o coração abertos para alternativas. O melhor lugar para parir é aquele em que a mulher se sente segura! E a segurança só se consolida à base de boa informação!

Empodere-se!

Rebozo: saiba o que é, para que serve e como aprender a usar no trabalho de parto!

Rebozos do Empório Materno
O rebozo do Empório Materno é produzido com tecido 100% algodão, trançado em tear manual. Nós nos inspiramos no rebozo mexicano, usado pelas mulheres como vestimenta e também como instrumento de trabalho das parteiras.

O rebozo pode ser usado por doulas, enfermeiras obstetras e obstetrizes durante o pré-natal, para fazer massagens e criar momentos de descontração entre profissional e paciente, facilitando o vínculo tão necessário para o relaxamento, entrega e segurança da mulher no momento de parir.

Pâmella Souza (Ventre Materno),

ensina a “rebozar” quadril em

workshop organizado pelo

Durante o trabalho de parto, o rebozo se torna um instrumento poderoso para, por exemplo, a mulher direcionar sua força enquanto se agarra ao tecido mantido com firmeza pela doula, marido ou outro(a) acompanhante. Uma “rebozada” nos quadris ajuda muito a relaxar e se entregar às sensações de dor e prazer causadas pela enxurrada de hormônios do amor durante o trabalho de parto.

Outras formas de utilização: a mulher pode mordê-lo (em vez de morder a mão de alguém, o que acontece com muita frequência, não é mesmo?), auxiliando no momento dos “puxos” do expulsivo; pode servir de xale, para aquecer as costas ou os pés da parturiente; apoio para a cabeça, enquanto a mulher se beneficia do alívio da dor dentro da banheira; suporte da barriga, nas posições inclinadas e de quatro apoios.

Enfim, a sua criatividade é o limite para o uso do rebozo!

IMPORTANTE: como qualquer outro instrumento ou ferramenta, o rebozo deve ser usado apenas quando se conhece as técnicas e suas possíveis consequências, positivas ou negativas! Se informe e estude antes de sair por aí “rebozando” os quadris das gestantes! Para isso, recomendamos a leitura do livro “A Técnica do Rebozo Revelada“, de Naolí Vinaver, à venda no Empório Materno!


Conheça as técnicas do rebozo
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O que você precisa saber sobre parto hospitalar

O melhor lugar para parir é aquele em que a mulher se sente segura! Seja em casa de parto, na própria casa ou em um hospital… o importante é sentir-se acolhida e assistida em suas necessidades físicas e emocionais. A segurança, porém, não pode nascer de uma base tão fraca quanto uma opinião sem embasamentos. A segurança só se consolida à base de boa informação!

Independente de ser púbico ou privado, os hospitais seguem protocolos que, algumas vezes, não tem nada a ver com a saúde, mas sim com o controle do corpo (Michel Foucault que o diga) e a reprodução do padrão social de hierarquias: no topo estão os médicos, na base, a mulher. Salvo exceções, como a contratação de uma equipe particular, ao escolher dar à luz em um hospital, a mulher estará sujeita a esses procedimentos, assim como o seu bebê.

Obviamente, há casos em que alguma intervenção será necessária, como anestesia para alívio de dor, aplicação de antibiótico para evitar infecções ou uma cirurgia cesariana, nos casos mais graves.

Essas intervenções, infelizmente, se tornaram o padrão de assistência nas instituições hospitalares. São deixados de lado os aspectos emocionais, psicológicos, sociais e até fisiológicos do processo, impondo absurdos como a posição ginecológica para parir, o que dificulta a descida do bebê e abre espaço para intervenções desnecessárias como a manobra de Kristeller, fórceps e episiotomia.

Fonte da imagem: Vila Mamífera
Dar à luz em um hospital, com equipe plantonista, pode ser a única alternativa de muitas mulheres que vivem uma gestação de alto risco e não podem pagar por uma equipe particular que siga os preceitos da humanização e das evidências científicas atualizadas.

Qual é a saída então? Informação para saber como é o trabalho de parto, quais as reais necessidades e riscos de quaisquer procedimentos e, principalmente, internalizar que mesmo que sejamos leigas temos o direito de sermos informadas sobre os riscos e benefícios ao aceitar ou recusar qualquer procedimento em nós ou em nosso bebê.

Informação gera conhecimento, sana dúvidas, derruba medos! Então… informe-se e empodere-se! O seu parto e o nascimento de seu bebê são únicos e merecem ser tratados com todo o respeito e cuidado!

Parteiras urbanas! Você sabe quem são?

Os médicos obstetras não são os únicos profissionais treinados para a assistência à saúde da mulher durante a gestação e o parto. Pois sim!

As enfermeiras obstetras são formadas em enfermagem e possuem pós-gradução lato sensu em enfermagem obstétrica e as obstetrizes possuem formação superior em obstetrícia. Ambas podem cursar uma pós-graduação stricto sensu e se tornarem mestres e/ou doutoras na área.

As duas são qualificadas para acompanhar tanto o pré-natal quanto o parto de risco habitual, ou seja, quando a mulher não apresenta problemas de saúde que caracterizam as gestações de alto risco, como hipertensão, diabetes, infecções, doenças do coração e do aparelho circulatório ou cesarianas recentes.

As enfermeiras obstétricas e obstetrizes, desde o início de sua formação, acompanham e assistem partos naturais, conhecem e desenvolvem técnicas de manejo menos invasivas em caso de distócias (problemas) no decorrer do trabalho de parto. Elas têm capacitação para identificar problemas no pré-natal que, por ventura, necessitem da assitência mais específica de um médico obstetra.

No SUS, elas são responsáveis pelos Centros de Parto Normal intra e peri-hospitalares (como as Casas de Parto). Em equipes multidisciplinares, cujos profissionais entendem e respeitam as atribuições dos demais, as enfermeiras obstetras e obstetrizes desempenham importante papel, ao lado do médico obstetra, de assistência à mulher e ao bebê, No atendimento particular, elas podem formar equipes para a assistência de partos domicilares.

Informe-se e empodere-se para escolher de forma consciente os profissionais que melhor se encaixam no perfil de assistência que você busca para o seu parto!

Os segredos da bolsa da doula!

As mãos de uma doula são um presente, uma fonte de alívio, empatia e cuidado amoroso e respeitoso para a mulher que sente as dores necessárias do trabalho de parto! 

As mãos da doula atuam em conjunto com diversos itens que podem compor sua bolsa de trabalho. Um ou dois rebozos para chacoalhar os quadris e garantir um ambiente de cuidado e ancestralidade, porque as mulheres sabem parir desde tempos imemoriais. 

Óleos essenciais que estimulam ou acalmam, podem despertar na mulher seu instinto mamífero e bravo para enfrentar um dos momentos mais marcantes e inexplicáveis de sua vida. 

Bolsas térmicas de sementes e ervas aromáticas para aquecer o corpo, amenizar a dor e promover a coragem para “isso, menos uma contração e seu bebê está mais perto”. 

Acima de tudo, conhecimento baseado em evidências científicas atualizadas, empatia, amor, respeito e paciência… esses são os itens essenciais em uma bolsa de doula, que só com o tempo e a experiência é possível conquistar.

Pós-parto: como lidar com o baby blues!

Os dias que se seguem ao parto são carregados de uma explosão hormonal, dúvidas e anseios que podem pegar desprevenida qualquer mãe, até mesmo as que já tiveram filhos ou as mais empoderadas.

Fonte da foto: saudeinfantil.blog.br

O baby blues, uma melancolia que pode acometer grande parte de mães recém­ nascidas, não é um assunto muito comentado, porque a cobrança para que a mãe ame seu bebê e cuide dele é tamanha que a mulher não vê espaço para compartilhar suas queixas e emoções mais secretas. E tudo aquilo que não compartilhamos acaba crescendo em nós: a culpa, o medo, a raiva, sentimentos difusos em relação ao bebê, a dor por não ter parido (se passou por uma cesárea) e os desconfortos dos primeiros dias de amamentação .


Não é depressão pós­-parto, mas pode se transformar em uma, se a devida atenção não for dada. Seus sintomas podem aparecer entre o 3o e 5o dia após o parto e são os seguintes: ­ Dificuldade para dormir bem; ­ Choro excessivo, inclusive por pequenas coisas; ­ Mudanças de humor repentinas; ­ Irritabilidade; ­ Sentimentos de inadequação; ­ Sentir como se “não fosse mais ela mesma”.
Amamentar em livre demanda, contato pele a pele com o bebê e contar com uma rede de apoio que cuide da mãe enquanto ela cuida de seu filho pode amenizar essa melancolia! E compartilhar a dor, ser ouvida e acolhida com empatia por pessoas que já viveram o mesmo e podem dizer com propriedade que tudo vai passar!

Os grupos de apoio ao parto geralmente organizam encontros para conversar sobre puerpério! Encontre um deles, saia de casa, leve o bebê para passear, conheça uma comunidade que sabe o que você está vivendo e, com certeza, poderá te ajudar a superar todas as dificuldades!

E um presente: um vídeo lindo da Casa Moara, com frases de mães para mães sobre as belezas e sombras da maternidade!

Lua de leite: dicas de como lidar com o pós-parto

O empoderamento materno e familiar começa na gestação ou antes dela e diz respeito à garantia de direitos, segurança, tranquilidade, saúde, bem-estar físico, psicológico e social da gestante e do bebê!

Todo esse cuidado independe da via e do local do parto. Em todos os casos, a questão do pós-parto deve estar no topo da lista de prioridades da nova família que se empodera. É preciso se preparar e preparar a todos os familiares e amigos para a “Lua de Leite”, que se inicia no primeiro minuto de vida do bebê e se estende até o primeiro mês, período vital para o estabelecimento da amamentação em livre demanda preconizada pelo OMS, além de essencial para o fortalecimento do vínculo mãe-bebê.

Infelizmente, familiares e amigos acreditam que não há mal algum em visitar a família recém-nascida ainda no hospital ou mesmo na primeira semana em casa. Mas isso acaba atrapalhando, e muito, esses momentos decisivos.

Que tal visitarmos as famílias recém-nascidas somente após o primeiro mês de vida do bebê? E ligar antes para avisar, oferecendo ajuda com qualquer coisa que não seja ficar segurando o bebê enquanto a mãe prepara o chazinho da tarde e lava a louça depois?

Reproduzimos aqui algumas dicas do blog A mãe que quero ser de como se preparar para esse momento e como avisar os mais próximos que você precisa de privacidade para a sua Lua de Leite! 

Fonte da foto: Blog – A mãe que quero ser
Antes do nascimento:

  • deixe refeições congeladas ou organize-se para que você não tenha que pensar em preparar ou comprar comida;
  • mande um e-mail para  amigos e parentes explicando o desejo de ficar a sós com o bebê no período de x dias após o nascimento, explicando os motivos, se quiser (inspire-se no modelo abaixo);
  • combine com a equipe médica (incluindo o pediatra!) que você faz questão do contato pele a pele e da amamentação na primeira hora de vida (se precisar de respaldo, lhes envie este link);
  • crie ou fortaleça sua rede de apoio – isto é, aquelas pessoas próximas, que respeitam o seu desejo e entendem a delicadeza do pós-parto, com quem você poderá contar para ir ao mercado, passar na farmácia, limpar sua casa, e que também estejam dispostas a ouvir sem julgar, dar um ombro para você chorar e fazer carinho quando mais precisa.




Na maternidade:

  • fique em contato pele a pele com o bebê assim que ele nascer (antes de medir, pesar etc.);
  • permita que ele inicie a amamentação no tempo dele, antes de ser tirado do seu colo;
  • atrase o primeiro banho (acredite: o cheiro de um recém-nascido é algo que só pode ser comparado ao néctar dos deuses);
  • faça alojamento conjunto (i.e. evite o berçário);
  • deixe o seu companheiro/ acompanhante com a tarefa de ser o guardião da lua de leite – isto é, de proteger você e o bebê de serem separados, de evitar os protocolos do hospital que interferem na amamentação (complemento e bicos artificiais, por exemplo), de “barrar” visitas que não vão agregar.



Em casa:

  • fique peladona da cintura pra cima, com o bebê só de fralda ou pelado;
  • cheire a cria (lamber também vale!);
  • de novo, deixe o maridão ou outra pessoa da rede de apoio responsável por todo que envolve o mundo externo: telefonemas, tarefas domésticas, compras etc.
  • permita-se sentir, deixe as emoções fluírem;
  • tenha em mãos o telefone de uma doula pós-parto ou consultora de amamentação ou banco de leite, caso o bicho pegue;
  • confie… É punk, é enlouquecedor às vezes, mas é assim mesmo. Você sobreviverá.

      Extero-gestação: por que os bebês são dependentes de nós?

      Você já fez o “check list”: fralda limpa, banho tomado, barriguinha cheia. Mesmo assim, o bebê chora muito, aparentemente sem motivo! Talvez a teoria da extero-gestação possa te ajudar nessa busca por entender porque o seu bebê está dando sinais de desconforto.

      Essa teoria está embasada numa premissa muitas vezes esquecida por nós: somos mamíferos. E temos o cérebro desproporcionalmente maior em relação ao corpo, comparando com outros mamíferos. Por isso os filhotes humanos nascem “antes do tempo” e não chegam ao mundo completamente formados, do contrário não haveria espaço suficiente no canal de parto para a passagem da cabeça do bebê. 


      Isso quer dizer que a gestação dos filhotes humanos continua fora do útero por pelo menos mais 3 meses, período em que se faz necessário reproduzir aqui fora o ambiente uterino (o calor, o balanço, o barulho etc.). 

      Espia só esse texto do blog “Maternar Consciente” a respeito da extero-gestação! Quem sabe não te ajude a entender melhor o choro do seu bebê?!